Biblioteca Mundial da Google causa indignação na Feira de Frankfurt
Tá rolando 61ª Feira Internacional do Livro de Frankfurt. A maior novidade de lá é o projeto do Google de digitalizar livros já fora de catálogo e disponibilizá-lo de graça na internet para os leitores. O lucro viria da publicidade.
Por um lado, é maravilhoso ter acesso a obras que nunca mais conseguiríamos encontrar, mas os donos de editoras estão furiosos com o fato de o Google querer lucrar com algo que não lhe pertence. Saca?
Parece que finalmente os e-books vão fazer a tão prometida e temida revolução no mercado editorial… Ou não? Acho que o livro de papel ainda não vai morrer. Os editores fazem alarde porque não conseguem atender a uma demanda que o Google vai atingir. Quanta gente estaria disposta a gastar um dinheirinho num sebo atrás daquela obra rara, que nunca mais achou em nenhuma dessas grandes livrarias tão aconstumadas aos best-sellers? Bom, nós leitores vamos ter isso de graça!
Além disso, a Amazon anunciou o Kindle, um serviço de e-book uns dias antes de o Google fazer esse estardalhaço na Feira de Frankfurt. Notebook, netbook, e-book e o book ele próprio… Vamos ver o que vai sobreviver disso tudo.
Mas a coisa mais fácil de piratear no mundo é um livro. Você nem precisa de um computador; basta uma fotocopiadora! Mesmo assim, livros não são pirateados porque as pessoas não gostam de ler. Elas gostam de uma atividade mais passiva, por exemplo, ouvir música. Caso os editores passem a agir histericamente como os donos de gravadoras, em vez de procurar uma solução em meio à crise.
Grandes obras só nascem da crise.
Xuxa vai acabar com o Twitter?
Será que consegue? Daniela Cicarelli tentou acabar com o You Tube e não conseguiu. Xuxa também não vai conseguir destruir o Twitter. Apesar de ser “loira e do povo”, como bem disse em Gramado, a apresentadora parece não ter muita popularidade na rede social de maior hype no momento. E sobrou pra filha dela também. Como dizer…? A humanidade é isso aí. Principalmente na internet, todos são iconoclastas. Ninguém acredita que celebridades são deuses; celebridades são no máximo fantoches para a diversão alheia.
Isso tudo deve ser muito divertido… para quem está no Twitter.
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Já disse por que eu não estou no Twitter? Acho que não, né? Não é por causa da estupidez dos outros, até porque isso eu vejo nas ruas todos os dias. Eu sou uma das poucas pessoas que acha a interface do Twitter muito feia. Aquelas arrobas, sustenidos e tinyurls são horríveis! Pra mim aquilo é muito ilegível. O Facebook tem um visual mais limpo. E os famosos não chamam tanto a atenção.
Dia 6 de agosto, esse foi o dia escolhido para uma série de ataques a redes sociais como o Twitter e o Facebook. Ah! a vida sem Twitter! Ah! a vida sem o Facebook! Bom, sobrevivemos! Nada de mais vai acontecer se deixarmos de nos conectar só por um diazinho. Mas há indícios de que o ataque em sequência tenha saído do Rio de Janeiro, já que o site do Sport Clube Internacional também saiu do ar nesse mesmo dia. Quando acessada, a página do clube na web mostrava o brasão do Botafogo, com uma frase em inglês, algo como “hyper alguma coisa”, não lembro. Seria essa uma conspiração botafoguense para dominar o mundo? Hmmmm….
Falando em conspirações, hoje também apareceu um objeto não identificado em uma webcam da BBC em Londres. Agora a emissora quer saber o que teria sido aquilo e pede a opinião dos telespectadores .Suspeito… Aquilo parecia uma espécie de pipa. Algum moleque inglês tava se divertindo com o forte vento que fazia, sei lá. Mas se a verdade está lá fora, é para lá que vamos!
Entrei no site do Pepsi on Stage pra saber sobre o show do Little Joy (dia 13 d agosto, por sinal!) e comecei a ouvir uma música estranha… Conhecia de algum lugar… Era a Toni Braxton! Ela tá viva ainda! Com o clássico “Unbrake my Heart” visitei uns links e soube que o Jerry Lee Lewis vai fazer um show em setembro. Demais, não é mesmo? Mas a duzento reais, prefiro continuar só com as boas lembranças do show do Chuck Berry! Fazer o quê?
Mas isso é sinal de que a crise econômica já passou (pausa para as risadas).
Enfim, sei que depois disso fiquei uns quarenta minutos filosofando sobre um dos sérios problemas da cibercultura contemporânea: o que é mais irritante, um site que entra com musiquinha ou um com apresentação em flash? Hmmm… Não cheguei a conclusão alguma, essa é difícil de resolver!
Em tempo: agosto, mês do fim. Fim da faculdade, fim dessa idade, fim da moleza. Mas isso não significa coisa alguma! Ainda sou o mesmo ;P
Já faz alguns dias, eu sei, mas esse vídeo aí é da inauguração do Gundam em tamanho “real”, que foi construído em Odaiba, no Japão. Ele faz parte das comemorações de 30 anos da franquia, originalmente produzida pela Sunrise.
O fato de Gundam ser um robô mais próximo da realidade ajudou muito para que a construção fosse bem-sucedida. Nos desenhos, aquela estrutura de aço parece muito verossímil diferentemente de outras séries de robôs. E fora que os personagens humanos são totalmente substituíveis, a cada nova série é um novo grupo de pilotos. Os astros são os robôs.
Legal que o enredo de Gundam envolve uma geo-política toda particular, sem dar tanto destaque para o fator tecnológico. A tecnologia não é nenhum delírio para a humanidade daquele futuro suposto, ela convive com aquilo normalmente. Às vezes o jogo de interesses políticos chega a ser meio complexo, mas não é nada que alguém com um cérebro não consiga compreender. O mais confuso, certamente, são as diversas séries e universos paralelos que surgiram depois que a Bandai comprou a Sunrise em 1994. Então, procurar uma linearidade nas diversas séries é perda de tempo.
Gundam é uma ideia originalmente concebida pelo roteirista e escritor Yoshiyuki Tomino e o design dos Gundams é creditado a Kunio Okawara, especialista em desenho de maquinários e coisas do gênero. Foi que ele quem desenhous os Valkyries de Macross também!
Aí é que a gente nota que fazer a casca é fácil, mas haja chips e circuitos pra fazer uma tonelada de aço feito um Gundam voar, dar tiro, espadada (sim, ele usa uma espada também) e tudo mais. A tecnologia por dentro não evolui tanto quanto a tecnologia por fora, não é mesmo? Caso contrário, esse Gundam de Odaiba podia defender o Japão da Coréia do Norte, facinho, facinho.
No dia que esses robôs forem necessários para a guerra, estaremos muito mal. A ficção nos ensina isso!
Oi, MySpace! (Chegando em terras tupiniquins o MySpace)
Tchau, MySpace! (Com dez funcionários, MySpace do Brasil fecha em 1º de julho)
Lendo o post de 2007, posso ver que uma rede social tão politicamente correta não poderia fazer sucesso no Brasil ;P. Brincadeiras à parte, o MySpace não empolgou por ser muito complicado. Ele é cheio de códigos e as páginas geralmente viram uma bagunça. E o promocional também não colaborou: no Brasil não há tanto essa cultura de “coisas” que surgem da internet e vão para o mundo offline. Shows secretos, promoções relâmpago, só quem é muito geek pra acompanhar isso. E vou sentenciar: o brasileiro médio não é geek. Falei.
Mas vejamos o Twitter. Ele é simples e popular. Simples ou pobre? Depende do ponto de vista. Mas as redes sociais de maior sucesso serão aquelas que ainda pegam o usuário pela mão pra ele fazer o que quiser. Descobrir os recursos sozinho é chato e desmotivante.
No caso do Brasil não é diferente. E ainda há o fator “popularização”. Se uma ferramente da web se populariza excessivamente, ela passa a ser mal vista (ninguém aqui pensou no Orkut). Mas as antigas leis de mercado também funcionam para a web. Se não se populariza o suficiente, também fracassa.
Ainda tiraremos uma lição disso tudo.
Aliás, dúvida é o que o "Natal" Motion Camera mais traz. Dizem que o nome Natal se deve ao fato de o desenvolvedor do projetor ser um brasileiro que nasceu na capital do Rio Grande do Norte (!). Será verdade?
E será que vai dar certo? Será que os jogadores estão dispostos a deixar de ser sedentários? Como seria um jogo de luta nessa nova plataforma?
Enfim, aguardemos os próximos capítulos da corrida na próxima geração de videogames.
Teoricamente o Wolphram Alpha é a famigerada web 3.0. O termo web 3.0, tão discutível por conceituar algo que nem existe, pode ser resumido com a "web semântica". As pesquisas são mais inteligentes e apresentam resultados mais relevantes. Você faz uma pergunta ao site e ele responde, como se entendesse a linguagem humana. É meio complicado explicar, na verdade, mas simples de usar… No caso do Wolphram Alpha, a resposta é mostrada no prório site com possibilidade de complementar a pesquisa em links alternativos, como Wikipedia e Google.
No exemplo abaixo eu perguntei: "Qual é a capital do Brasil?" e o site "respondeu" que é Brasilia (oh!) e forneceu mais algumas informações sobre a cidade, até mesmo a temperatura no horário! Para questões mais direcionadas é excelente, e impede resultados irrelevantes para determinada pesquisa (se eu quiser saber dados geográficos sobre Brasilia e não notícias sobre política, por exemplo).
Mas como disse o próprio Stephen Wolphran ao NYT (achou que o nome do site vinha de onde?), essa nova ferramenta de pesquisa não vem para destronar o rei dos sites de busca, o Google. Vem mais para ser um complemento, principalmente quando a gente tem bem em mente o que quer achar. O Google continua sendo bom para quando a gente não sabe ao certo o que quer, portanto aquela imensidão de resultados é até útil.
Coisas legais: Serve de calculadora. É só digitar um cálculo que ele dá a resposta imediata! Não só com números, mas também dados (Por exemplo "population of United States / Population of France" deu 4816). Sabe localizar planetas (pesquise por "Where is Pluto?"), mas não estrelas.
Coisas nem tão legais: 1) Ainda há pesquisas "em construção"; 2) Tem que saber perguntar com palavras certas (se digitar "Birth date of Lula" a busca não dá resultados, mas se digitar "Birth date of Luiz Inácio Lula da Silva" aí vai) Questão de prática do usuário, mas também de boa vontade de quem programa a pesquisa. 3) Não sugere pesquisas relacionadas quando não encontra o resultado….
No geral gostei do Wolphran Alpha. Ainda mais porque a tendência é melhorar e não piorar. Por enquanto, só vale pesquisar in English. Será esse o futuro da busca pela internet?
OBS: Para saber mais há um vídeo explicativo!
Na hora de copiar o código html para colocar o vídeo no seu site, você pode incluir mais alguns códigos pra causar diversos efeitos. Por exemplo, se o vídeo tem 2 minutos, mas o que realmente interessa começa a 1 minuto, é possível incluir um código pra fazer o vídeo começar a partir de 1:00. Não é legal?
Essas e outras você pode aprender nesse simpático link:
10 Youtube URL Tricks You Should Know About
Essa eu perdi. A Paixão de Cristo foi tuitada! A encenação realizada pela igreja de Nova Iorque descreveu as passagens contadas na Bíblia, intercalada com comentários nem sempre muito favoráveis ao Nazareno. Outros sim, como é de esperar. Coisas do tipo:"agora recebi uma chicotada" ou "os soldados colocaram o primeiro prego" não foram escritas. Foram as mesma palavras do Evangelho.
É de se pensar: por que acompanhar por uma história cujo final já é sabido? O Twitter é banal. Ele surgiu de uma pergnta banal. E, bem, talvez ele encontre dificuldades em descrever esses eventos mais… épicos. Mas pensando bem, a Bíblia é uma espécie de Twitter, porque é escrita em versículos.
É, até que foi uma boa iniciativa da santa igreja de Nova Iorque.
