Só pra dizer que não morri, nem peguei gripe de qualquer espécie. Ando sem inspiração mesmo. E com muita transpiração.
* * *
Dia das Mães comprei um bonsai pra minha. Ela falou que a gente só cria um bonsai dado de presente, nunca um comprado. Sei lá se é verdade, em todo caso, comprei eu a plantinha e a dei de regalo neste último domingo. Pois bem, acontece que o tratamento de um bonsai não é o de uma planta comum. Como é que se cuida desse "bicho"? Fui pesquisar em tudo quanto é local e achei muitos links interessantes. Comecei com o básico, Wikipédia e WikiHow.
Bom começo, mas há uma infinidade de sites que falam de bonsais e eu não sei que informações filtrar, afinal não sou eu que vou criá-lo. Nessas horas, eu entendo o que é um bom briefing. Tenho que passar um pra minha mãe. Ela entende mais ou menos, todavia é o primeiro bonsai da casa e ele vai ter de durar um bom tempo!
Ganbatte!
Abaixo: o novo bebê.
Já postei lá no Facebook, mas esqueci postar aqui, no meu blog querido:
Este vídeo ensina a fazer uma câmera com uma caixa de fósforo e papel alumínio. Com o uso de tesoura, durex, fita isolante, agulha e outros utensílios domésticos, é possível montar a sua camerazinha =) Você vai gastar um bocado de tinta nanquim preta pra pintar o interior da caixinha também. Montei a minha “fosfoto” hoje. Vamos ver se funciona.
Isso me lembrou sabe do quê? Do Mundo de Beakman! Quantos experimentos já fiz pra ver se dava certo. Nunca consegui rasgar a lista telefônica inteira como o Lester fez… Fracote!! =(
Ontem estava cortando papel com um estilete na mesinha do computador. Por favor, não faça isso. Passei o estilete no monitor de LCD. Ficou uma marquinha no canto direito, perto de onde mostra as horas, sabe? Então pensei em usar o que no interior se chama de computador de colo: um notebook, anteriormente chamado laptop. Um computador que já vem com o monitor… que ideia!! A Apple já fez isso, não fez. =)
Então, tá ali o rasgo na tela de LCD, pensei que ia vazar gosma, mas o corte não foi tão profundo. De qualquer forma, não me atrapalha, porque quando ligado, a luz do monitor nem me deixa ver a minha besteira. Mas e aí, quanto ao note?
Pensei em ir ao novo Carrefour, mercado de chinelão que nem eu. Me sinto em casa. Gente chique compra Mac na Fnac do BarraShoppingSul. Bom, o Carrefour da Sertório inaugurou dia 5 de fevereiro, com muitas promoções. E o Big Shop, que fica em frente, também resolveu dar descontos de até 50% em muitos produtos. Resultado: congestionamento em uma das maiores e mais remotas avenidas da capital gaúcha. A EPTC, responsável pela fiscalização de trânsito, resolveu autuar tanto o Carrefour quanto o Big pela balbúrdia… A ferrenha disputa comercial gerou o caos!! Depois não querem que o Estado regule a economia… De Wall Street à Sertório, comerciantes e investidores são selvagens, portanto devem ser controlados!
E o preço dos notebooks estão muito altos!!! Cadê os descontos!? Pelo menos as TVs estavam bem baratas… Será que tinhas marcas de estilete??? Hmmmm…
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Por que eu estava usando um estilete, se faz tempo que eu não tento matar alguém? Bom, foi para recortar papel pra fazer uns bonequinhos muito legais. Minha mania de verão, junto com os paperchildren. Recortar e colar papel é algo mais concreto do que as diversões abstratas da web. Como eu ainda tô aprendendo, não vou mostrar o que eu fiz. Mas há esse blog só com bonequinhos de papel e é mais ou menos nisso que estou me metendo. Distração de verão. Aprendi vendo coisas na net… Oh!
A Índia tá na moda. A Índia é um daqueles países emergentes que enchem de desconfinaça os países ricos. É como a China, é como o Brasil. Mas desde cedo os indianos são retratados de diversas maneiras na cultura pop. De cara eu me lembro de três exemplos: O Dhalsim, do Street Fighter, o Hadji, do Jhonny Quest e o Abu, dos Simpsons. Err, bem, o que eles têm em comum? Eles têm hábitos de gente da Índia. Ou pelo menos, parece. Mas eles não passam de arremedos mal feitos; eles são visões etnocentricas; como saber como é de verdade um típico indiano. Ele está sempre de turbante? Ele é sonso e é dono de uma loja de conveniências? Ele estica os braços e usa crânios humanos como colar?
Finalmente consegui assistir a um pedacinho da nova novela da Globo, a dos indianos. Bom, nessa época de férias, a gente também tira férias da tevê (ou deveria). Como todos devem saber, Caminho das Índias tem como pano de fundo a cultura tradicional indiana e tal; ela parece um clone da novela O Clone, que abordava a cultura muçulmana. E de maneira bem caricata pra chamar a atenção do povo.
Mas, sinceramente, eu poderia jurar que isso era bem óbvio. Então, a novela é uma exacerbação de valores e costumes estrangeiros gerar interesse. Só que hoje eu ouvi uma conversa de um cara que achou a cultura indiana uma palhaçada e coisa e tal. Ele descreveu a seguinte cena: um personagem após acordar pela manhã abre a janela e vê uma viúva. E como isso é sinal de azar, ele resolve voltar para a cama, dormir e acordar de novo. Não é curioso? Bom, aquela pessoa à qual eu me refeir antes achou uma “palhaçada”. Mas até que ponto isso é verdadeiro ou isso é falso? Eu pelo menos não sei, porque nunca me aprofundei nos hábitos e costumes da Índia.
Como se isso não bastasse a frase final foi de matar: “mas os caras da Globo não iam fazer um troço que não fosse verdade, afinal eles pesquisam…” Comassém!? Foi então que eu vi a total falta de espírito crítico do “brasileiro médio”. Como assim, a Globo só faz enredos verossímeis? Desde quando? Será que não ocorre aos telespectadores que aqueles hábitos podem não ser verdade? Nós brasileiros já fomos retratados de maneira tão absurda no exterior, principalmente em filmes norte-americanos e aí não basta sentir na própria pele a falta de sensibilidade alheia, nós também vamos fazer o mesmo com outros povos?
Parece que sim, e sem remorso.
ATUALIZAÇÂO: Vi uma resenha para esse restaurante indiano em Londres. Parece ótimo!
Quem já viu A Viagem de Chihiro sabe que o filme começa de modo culturalmente inusitado. A família de Chihiro se perde e para o carro perto de um parque de diversões abandonado. O pai explica que nos anos 70 e 80 construíram diversos como aquele, mas fecharam logo após uma crise econômica. E ficaram abandonados. Estranho, um parque de diversões ao léu, para os brinquedos pegarem ferrugem. Podiam pelo menos desmontá-los e abandonar o terreno. Pois bem, não é que parques abandonados existem mesmo!? Essas fotos, se eu entendi bem, são de Koutarou Shibakoen e mostram como parques de diversões conseguem ser macabros e sombrios. Não sei como pessoas são felizes nesses locais, mesmo cheios! O link das fotos é esse. Em japonês.



* Para do verbo parar, mas sem o acento diferencial conforme a nova reforma ortográfica. Mas claro que você já devia ter suspeitado, não é mesmo? ;)
Preparem seus editores de texto, seus lápis e suas canetas, a reforma ortográfica chegou. Mas parece que ela não vai afetar muito a maneira já afetada como se escreve na internet. Internautas jé tem sua própria ortografia; a língua vive através do uso e não de livros de gramática. Essa reforma quer unificar as maneiras de escrever, mas ela nunca vai ser tão abrangente assim. Ela é só um monte de regras. E pelo menos em gramática, “regras servem para ser desobedecidas” como diz o ditado.
Estava eu vendo na tevê um daqueles velhinhos da ABL dizendo que a reforma vai “modernizar” a língua. Será mesmo? A unificação da ortografia realmente vai trazer mais dinamismo e mais facilidade na comunicação entre os países de língua portuguesa? Será que vai ser mais fácil ler os textos de Portugal, de Angola, Cabo Verde, Timor Leste, entre outros? Acho que naum.
Não é só na ortografia que usamos o português diferentemente. Nossas frases são diferentes, o modo de usar os tempos verbais, advérbios, adjetivos, sujeito e predicado. Enfim, tudo é diferente. E por isso mesmo dá mais riqueza ao idioma. São diferentes formas de se expressar, que, na minha modesta opinião, não interferem no bom entendimento entre os povos. Leio textos acadêmicos em “português de Portugal” sem problemas e identifico quando os estou lendo (ou estou a ler) pelo jeito típico de escreverem. É um estilo. Só isso.
Ainda no campo da opinião pessoal, creio que essa suposta dificuldade em compreender textos que não sejam do português brasileiro seja um pouco de má vontade da nossa parte. É só ter um pouco de paciência que é possível ler um simples texto redigido em portugal, como o desse jornal. Parece complicado? E daí que os portugueses escrevem (ou escreviam) acção em vez de ação ou facto em vez de fato; fica tão complicado entender? E como já disse antes, não vai ser a unificação ortográfica que vai fazer com que todos nós falantes de português nos expressemos da mesma maneira. A tal “modernização” (entenda-se homogeneização, empobrecimento) da língua não vai impedir que a gente fale camiseta em vez de camisola, fila em vez de bicha (vais entrar na bicha?), camisinha em vez de durex, celuar em vez de telemóvel, etc. Sob esse ponto de vista, a reforma é até mesmo inútil, porque nem unificar unifica.
O velhinho da ABL ainda argumentou dizendo que os países de língua espanhola e de língua árabe unificaram suas ortografias, para que esses idiomas ganhassem mais importância no cenário internacional. Pois bem, que eu saiba (posso estar errado) o inglês não é assim. Palavras como colour (cor) ou whirr (zumbido) são escritas assim só na Grã-Bretanha, enquanto que nos Estados Unidos se usam color e whir. A própria palavra enquanto (while) na terra da rainha pode ser escrita whilst. Mas e daí? Nem por isso o inglês é uma língua de pouco respeito no mundo, não é mesmo?
Então a gente nota que a reforma ortográfica que vai surgir a partir do ano que vem não serve nem para os fins homogeneizantes para os quais foi inventada. Aliás, quem foi que a inventou? Todos vão continuar falando da sua maneira. Mesmo que “idéia” perca o acento, ainda vamos abrir bem a boca pra falar um “E” expansivo, como a palavra pede. Nada vai mudar a maneira como nós falamos ainda que a escrita tente impor uma nova pronúncia. Nosso estilo não vai mudar: bastante gerúndio, mudança de regência e tratamento a toda hora, frases curtas, o vocabulário de sempre. Sem muita frescura.
Bom, mas aviso que este blógue (blog) vai atender às exigências da reforma do puxadinho ortográfico a partir de primeiro de janeiro próximo. Parece que existem forças ocultas que mandam na língua. Que assim seja… Mas eu gostei que o K, o W e o Y voltaram para o alfabeto. Eles não deviam ter saído, como de fato nunca foram totalmente excluídos das nossas vidas, ainda mais com a internet. Complicado, porém, vai ser o fim dos acentos difeferenciais: isso sim vai ferrar a minha leitura! Quanto a palavras com ou sem hífen, por mim tudo bem, nunca decorei essas regras! E legal seria se fosse permitido o uso de vc, bjo, tb, tmb, cmg, naum (citado anteriormente) e por aí vai. Ou então que se abolissem todos os acentos e se passasse a escrever “eh” “pah” “soh”. E também os emoticons como =P =) XP. Se é pra avacalhar que façam o serviço competo. Ia ser A revolução! Mas esses velhinhos não são tão moderninhos assim!
Não fui ao cinema, não passeei, não li jornal, não vi tevê, não fui a festas, não li um livro por prazer... Fiquei fora do mundo. A única notícia que eu vi, vi mesmo, foi a vitória do Obama, porque deu um plantão na madrugada, turno em que geralmente eu ficava acordado. Nem aquele seqüestro de cinco dias eu acompanhei direito... Fico pensando nesses mestres e doutores das universidades world wide: cara, eles não devem saber nada da vida! Só se debruçam sobre livros e vão a seminários, tentam publicar seus artigos em revistas científicas… No caso da Comunicação Social é mais interessante. Tipo, será que eles lêem jornal, vêem novela, vão a shopping centers? Isso é a mídia, a “indústria cultural” (sei que esse termo é problemático atualmente); é a matéria dos nossos estudos.
Fiz uma monografia e já achei muito. Imagina esses caras que fazem praticamente uma monografia por semestre publicando livros e artigos. Eu me senti muito alienado nesse meio tempo, porque só fiquei atento a um assunto, um assunto que eu adoro, claro, mesmo assim, depois do dia em que não precisei mais saber da monografia, vi que o mundo lá fora continuava. A vida pulsa e não pára para gente fazer um relato científico.
Vida, voltei.
Origami é uma arte muito complexa. Pra quem só sabe fazer aviãozinho ou barquinho de papel talvez pense que é fácil. Mas tem gente que se dedica muito a essa arte japonesa. Eu só sei fazer um Chizuru e já me dou por satisfeito!
Mas olha só que legal. Esse cara, chamado Angel Ramiel fez Eva de origami! Sabe como se faz um Eva? Não, não é da costela de Adão. Estou falando de um Mecha Eva, de Evangelion. Toda feita de papel, muito legal (agora me deu uma saudade do fim dos anos 90)… O origami é muito muito difícil, porém assim que eu terminar minha monografia eu juro que tento! Agora não posso…
A Internet nasceu em 7 de abril de 1969. É o que diz a wikipédia. Quem aos 39 anos faz tanto rebuliço, hein? Trinta e nove anos é… ahn… idade avançada. Tem gente que morre do coração nessa idade. Mas a Internet está aí viva, e nos matando. Muitas novidades saem da Internet e há quem diga que a revolução se dará por ela. Parabéns, Internet. Uma salva de palmas! Largue esse mouse e aplauda!!
Links do dia, os “Sem”:
Viu que o ganhador do Big Brother, o Rafinha, sofreu um acidente? Procê ver que dinheiro não livra a gente de certos inconvenientes, como bater o carro, por exemplo. Parece papo de 1º de abril… E deve ser mesmo, que aqui ninguém é bobo!
Mas é o seguinte, estava numa conversa sobre incidentes. E eu ia falar de incidentes, mas resolvi que agora vou falar de acidentes. Pra quem não sabe a diferença, acidentes ocorrem por descuido de alguém, um incidente ocorre sem que haja interferência humana (talvez sobre-humana).
Tem o caso da dengue, que é culpa das autoridades, então a epidemia é um acidente? É, acho que é. Já são 67 mortos até agora e a conta só faz crescer.
O prefeito César Maia ensinou que a solução é rezar (e usar calças compridas). Foi a dica que um rabino deu a uma moça pra ela não engravidar no seriado Blossom: "use calças compridas". Vai entender…
A TV Globo também sofre com a dengue, porque alguns de seus astros pegaram a doença. O Luciano Huck e a tadinha da Grazi Massafera.
Me lembrei desse matador de insetos, que usa radiação! Tipo, você mata mosquitos,mas pode contrair câncer, de graça.
Esse é o legítimo acidente. Nossa vida sem os insetos (principalmente moscas e mosquitos) não será realidade. Nunca será.


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