Xuxa vai acabar com o Twitter?
Será que consegue? Daniela Cicarelli tentou acabar com o You Tube e não conseguiu. Xuxa também não vai conseguir destruir o Twitter. Apesar de ser “loira e do povo”, como bem disse em Gramado, a apresentadora parece não ter muita popularidade na rede social de maior hype no momento. E sobrou pra filha dela também. Como dizer…? A humanidade é isso aí. Principalmente na internet, todos são iconoclastas. Ninguém acredita que celebridades são deuses; celebridades são no máximo fantoches para a diversão alheia.
Isso tudo deve ser muito divertido… para quem está no Twitter.
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Já disse por que eu não estou no Twitter? Acho que não, né? Não é por causa da estupidez dos outros, até porque isso eu vejo nas ruas todos os dias. Eu sou uma das poucas pessoas que acha a interface do Twitter muito feia. Aquelas arrobas, sustenidos e tinyurls são horríveis! Pra mim aquilo é muito ilegível. O Facebook tem um visual mais limpo. E os famosos não chamam tanto a atenção.
Debate sobre redução da jornada de trabalho causa confusão
Os deputados obviamente são a favor da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, afinal eles só trabalham de terça a quinta. Mas o que significa a redução da jornada de trabalho? Para a Confederação Nacional da Indústria é menos produtividade. Mas para os que defendem a redução, isso significa que nesse horário a mais livre, o trabalhador vai estar consumindo, ou seja, vai fazer girar a roda da economia de outro jeito. Além disso, a redução de jornada de trabalho de um trabalhador, causaria o aumento dos postos de trabalho…
Tudo isso pode ser verdade, tudo pode ser mentira. Não sei.
Importante é que seguimos assim a tendência do menor esforço dos tempos atuais. As máquinas devem fazer o trabalho pesado, para que finalmente tenhamos o ócio criativo, que Domênico di Masi falou… Não precisamos mais fazer esforço físico, não precisamos fazer mais cálculos difíceis! Nossa mente se volta inteiramente para o lado criativo, para aqueles misteriosos momentos onde a intuição impera. Com quatro horas a mais, pode ser que isso aconteça. Mas é claro que não vai ser com todos. Talvez dediquemos essas horas a mais livres para a nossa estupidez (e como tem gente estúpida no mundo!) ou dediquemos à nobre arte da sonequinha. Não vamos aos shoppings gastar nossos salários. Vamos passar com a nossa família, com nossos amigos, com nosso animal de estimação, com nosso videogame. A roda da economia que espere.
Todo esse papo sobre redução de jornada de trabalho me fez lembrar um curso de artes gráficas que eu fiz há muito tempo. Era numa instituição católica e antes das aulas, o diretor geral reunia todos os alunos em uma sala e dava um recadinho moralizante por dia. Não era chato, nem demorado. Pois bem, um dia o diretor dissertava sobre o valor do trabalho e que todos nós devíamos ter uma ocupação na vida e tal. Até que chegou certo ponto em que ele disse que o dia tem 24 horas para podermos dividir “8 horas para o trabalho, 8 para o descanso, e 8 para a diversão”.
A conta do diretor estava certa, mas sinceramente, nunca senti que me diverti 8 horas seguidas na minha vida. E quanto a dormir 8, bem só nos finais de semana. E as duas horas indo de casa do trabalho e do trabalho pra casa contam como trabalho? Ou dversão? Há algo errado com meu dia, ele tem menos de 24 horas! Organizar o tempo ajuda muito, o problema é por onde começar… Talvez reduzindo a jornada de trabalho! O projeto está em discussão em Brasília. Que o melhor seja feito.
Lewis Carroll A boat, beneath a sunny sky Children three that nestle near, Long has paled that sunny sky; Still she haunts me, phantomwise, Children yet, the tale to hear, In a Wonderland they lie, Ever drifting down the stream
Lingering onward dreamily
In an evening of July
Eager eye and willing ear,
Pleased a simple tale to hear
Echoes fade and memories die;
Autumn frosts have slain July.
Alice moving under skies
Never seen by waking eyes.
Eager eye and willing ear,
Lovingly shall nestle near.
Dreaming as the days go by,
Dreaming as the summers die;
Lingering in the golden gleam
Life, what is it but a dream?
Colei grau. Sou baacharel! Mas… Prova de alemão esse sábado. E uma frase não vai sair da minha cabeça: “Wir haben mehr zu bieten”.

Foto: BBC Brasil
Tradução: Nós temos mais a oferecer. A foto de Vera Lengsfeld, do mesmo partido da chanceler alemã Angela Merkel, para a campanha das eleições gerais daqui a dois meses deu o que falar. A história do decote de Merkel é mais antiga e pode ser entendida aqui. E aqui uma notícia em alemão.
Sinceramente, não tem nada de mais nisso, a não ser que alguém seja muito conservador ou muito tarado, pra ficar olhando para os dois pares de seios do cartaz sem parar. Tem um nome pra essas mulheres assim, né? É MILF (eu não sei explicar direito porque eu sou muito inocente, se você quiser procurar o que significa, vá por conta e risco).
Pois bem, o cartaz acima junta os três elementos para atrair o olhar: política-propaganda-sexo. Talvez uma pitada de mau gosto. Mas o objetivo do cartaz foi chamar a atenção. Pois bem, os decotes ousados de senhoras quase bi-balzaquianas (2X30) causam polêmica, mas será que vai gerar votos? Vejamos. Só espero que não haja corrupção e que os funcionários não fiquem mamando nas tetas do governo…
A Globo é católica. Ela sempre abre espaço para a CNBB, transmite a Missa do Galo, dá destaque a assuntos de interesse ao mundo católico. E isso parecia habitual, pois o Brasil é um país majoritariamente católico. Mas agora os movimentos neo-pentecostais surgem com força, transmitindo a ética protestante para o povo acomodado. Descobriu-se que ser rico não é pecado, que a prosperidade na vida terrena pode ser uma Graça Divina. Coisa que os norte-americanos, por exemplo, já sabiam há tempo.
A Record é protestante. No sentido mais amplo possível do termo. Ela não se enquadra na doutrina católica, e pertence ao mesmo grupo que comanda a Igreja Universal. Seja com a rosa ungida, seja com o óleo sagrado de Israel, tal Igreja apresenta meios para o fiel acreditar que o lucro é bom e divino. E que 10% dste lucro não lhe pertence, pertence a Deus. Não é errado ter ambição, desejar cada vez mais riqueza, cada vez mais prosperidade. O expansionismo da fé cristã não se dá mais pela violência da guerra, mas pelos moldes do modelo capitalista. Dito isto…
Quando se achava que a Record ia superar a Globo, eis que surge a mais nova denúncia do momento. Uma denúncia parecida já havia ocorrido em 1995 e não deu em nada. Dessa vez, a coisa pode ser diferente. A Globo ficou muito, mas muito nervosinha por não ter os direitos de transmitir a Olimpíada de 2012, comprados pela Record. Além disso, os assédios da emissora de Edir Macedo ao elenco da Globo vem sendo motivo de irritação. Nem mesmo o SBT fazia isso. Aliás, como bom fiel escudeiro, o SBT também começou a atazanar a vida da Record, contratando diretores e apresentadores de lá. É bom para a Globo ter um segundo lugar sem grandes pretensões, como o SBT. Senhor Sílvio Santos sempre optou pela mediocridade. A Record, pelo contrário, sonha em liderar a audiência, em ter o “padrão Record” de qualidade.
Mas aí é que entra a ética. Não vale tudo pra conseguir o que se quer. Não vale desviar dinheiro de fiéis, por exemplo. Galvão Bueno, na cerimônia de encerramento da Olimpíada de Pequim disse que a Globo é uma emissora cuja “única fonte de receita são os anunciantes”… O que ele insinuou com isso? Pois bem, o que todo mundo mais ou menos sabe, mas não havia como provar: que a Record só é grande como é, porque recebe um “subsídio ilícito” da Igreja Universal do Reino de Deus. Será que é verdade? A Justiça vai dizer.
Aqui no Sul, o último grupo de comunicação exclusivamente local, Guaíba/Correio do Povo foi comprado pela Record. Agora a TV Guaíba é uma “afilhada” (gosto dessa palavra, dá um tom familiar, sabe). Talvez ela tenha sido comprada com dinheiro que deveria ir para projetos de caridade…
Talvez, as igrejas deveriam pagar impostos e dar satisfação à Receita Federal de toda sua contabilidade. Isso não pode ficar assim. Se as igrejas querem ser tratadas como um negócio, que sejam tratadas como um negócio; eu não me importo, não sou de religião nenhuma mesmo. Mas sou a favor que as coisas sejam colocadas em pratos limpos.
Dia 6 de agosto, esse foi o dia escolhido para uma série de ataques a redes sociais como o Twitter e o Facebook. Ah! a vida sem Twitter! Ah! a vida sem o Facebook! Bom, sobrevivemos! Nada de mais vai acontecer se deixarmos de nos conectar só por um diazinho. Mas há indícios de que o ataque em sequência tenha saído do Rio de Janeiro, já que o site do Sport Clube Internacional também saiu do ar nesse mesmo dia. Quando acessada, a página do clube na web mostrava o brasão do Botafogo, com uma frase em inglês, algo como “hyper alguma coisa”, não lembro. Seria essa uma conspiração botafoguense para dominar o mundo? Hmmmm….
Falando em conspirações, hoje também apareceu um objeto não identificado em uma webcam da BBC em Londres. Agora a emissora quer saber o que teria sido aquilo e pede a opinião dos telespectadores .Suspeito… Aquilo parecia uma espécie de pipa. Algum moleque inglês tava se divertindo com o forte vento que fazia, sei lá. Mas se a verdade está lá fora, é para lá que vamos!
Carlos Antonio Felicio Teodoro é verdadeiro nome do Chico Bento. Ele não se chama Francisco! Pois bem, esse personagem que vive lá na roça e nem deve conhecer a Mônica (eles já se viram em alguma história? Acho que não) e sua turma virou notícia hoje devido a um palavrão inserido em uma tirinha publicada pela própria Secretaria de Educação da Bahia em uma revista.
A tirinha tá aí embaixo:

O diálogo original, tem mais sentido:
- O meu pai tem oitocentas cabeças de gado. E o seu?
- O meu pai tem só um boi, mas ele tá inteirinho.
Engraçadinho. Melhor que um palavrão. Mas então, por que alguém iria alterar o diálogo original!? Porque a piada é ruim? Ora, bolas! Afinal, qual é a melhor piada? A tira está em um revista com fins pedagógicos. Bom, a lição serve pra nos respondermos a pessoas arrogantes e esnobes!
Mas pra não dizerem que na internet a gente só lê bagaceirice, aí vai uma aulinha. A expressão “cabeças de gado” é um exemplo de metonímia. Uma metonímia acontece quando usamos uma palavra no lugar da outra, baseando-se na constante relação entre as duas. No caso, é uma metonímia da parte pelo todo.
Bela lição. Sabe o que você faz com ela.
P.S.: Hoje é meu desaniversário!
Entrei no site do Pepsi on Stage pra saber sobre o show do Little Joy (dia 13 d agosto, por sinal!) e comecei a ouvir uma música estranha… Conhecia de algum lugar… Era a Toni Braxton! Ela tá viva ainda! Com o clássico “Unbrake my Heart” visitei uns links e soube que o Jerry Lee Lewis vai fazer um show em setembro. Demais, não é mesmo? Mas a duzento reais, prefiro continuar só com as boas lembranças do show do Chuck Berry! Fazer o quê?
Mas isso é sinal de que a crise econômica já passou (pausa para as risadas).
Enfim, sei que depois disso fiquei uns quarenta minutos filosofando sobre um dos sérios problemas da cibercultura contemporânea: o que é mais irritante, um site que entra com musiquinha ou um com apresentação em flash? Hmmm… Não cheguei a conclusão alguma, essa é difícil de resolver!
Em tempo: agosto, mês do fim. Fim da faculdade, fim dessa idade, fim da moleza. Mas isso não significa coisa alguma! Ainda sou o mesmo ;P
Simon e Calheiros batem boca em plenário do Senado
O bate-boca entre os senadores Pedro Simon e Renan Calheiros foi o fato do dia. Collor entrou no meio da discussão e tudo por causa do Sarney, que não vai dar o gostinho de se afastar do cargo de presidente do senado. Cheio de Vossa Excelência pra lá, de Dignissimo pra cá, mas a vontade dos dois mesmo é de mandar o outro pro inferno. Simon parece um exemplo de bom político, exaltado com a roubalheira que há no senado, um porta-voz da indignação do povo, não é? Não é. O seu discurso hoje não ajudou em nada a acabar com a crise do senado.
O que aconteceu exatamente? Um barraco básico. Bando de velhinhos… Na Coreia, sairiam no pau. Aqui nem isso. Mas não importa se são palavras ou tabefes (ia ser mais divertido), o baixo nível é o mesmo. Simon é ridículo quixotesco. E por isso tem mais é que s… sofrer mesmo. Ele está desatualizado para enfrentar as velhas raposas da política. Simon mais agrava do que ameniza a crise do senado. Bem intencionado, mas pouco eficiente. Se é fato que não precisamos de corruptos para legislar, também não precisamos de gente inerte para fiscalizar.
