Vídeo bem legal. Mostra os desenhos com mensagens subliminares. Eu invejo os canhotos. Eles sabem desenhar com mais facilidade, eu acho. =D
Entrou no ar hoje o Qtrax pra quem quer baixar músicas legalmente e de graça. Pelo que eu entendi, o site é mantido graças à publicidade. Pra usuários de Mac o programa só vai estar disponível em março.
O mercado fonográfico encontrou uma maneira interessante de ganhar dinheiro com o download de música. Alguém tinha que pagar a conta. Vão ser os anunciantes, com os seu milhões e milhões investidos só pra gente olhar pra logomarca deles… Legal!!
Why Are Brazilian Women So Hot?
É o que se pergunta esse cara. Ele fala da quantidade de brasileiras gostosas e começa a especular sobre o assunto. Histórias malucas sobre a miscigenação. Tolice de quem não conhece a cruel história desse país. Tem o atenuante de que é pra fazer humor, aí eu acho que é válido. Ele também fala de uma teoria da conspiração. O Brasil estaria planejando uma guerra e vai dominar o mundo! Sem bombas, sem exército; dominar o mundo apenas com as gostosas… E todo mundo preocupado com o Irã ou com a Venezuela…
E esse assunto surge bem época de carnaval, quando fotos de mulheres brasileiras peladas ou semi-nuas correm o mundo. Coincidência, né? Eu não me importo, porque não sou moralista, nem nada disso. As coisas que nós fazemos dizem respeito a nós mesmos, não precisamos do elogio nem da repreensão dos estrangeiros. Acho até que o melhor do carnaval não são os sambas enredo sobre a História do século XVIII, a batucada sem fim, a bebedeira, as brigas, as fantasias bregas ou incompreensíveis; o bom do carnaval são as mulheres gostosas. Mas nossa vida e nossa cultura não poderiam se resumir a isso, tão-somente.
Por fim o autor do artigo conclui:
Their minds must be on sex on the time, which leads to vaginal waxing, which leads to better sex with better looking women, which leads to better looking kids, which leads to more sex and more hairless vulvas.
God bless Brazil.
Amém (tô com vergonha de traduzir).
Duas coisas que me chamaram a atenção na programação televisiva essa última semana:
Legal que a Rede Record lançou uma campanha de responsabilidade social na sua programação. Dentre os temas estão a defesa do aborto e o incentivo ao uso de camisinha. Toda empresa que faz campanha de responsabilidade (social, cultural, ambiental, etc.), pensa principalmente em adquirir uma boa imagem. Nada é feito por pura boa vontade. Mas no meu caso, a Record conseguiu a minha simpatia =). Negócios são negócios, religiões à parte…. Ou não é assim que deve ser?
A RIAA (Associação Americana da Indústria Fonográfica) pode ir pro saco, morrer, deixar d existir, ir pro beleléu. Pelo menos é isso que especula esse artigo:
Under pressure from EMI, RIAA could disappear
Fazer um donwload de uma música sem pagar direito autoral parece uma contravensão normalzinha, como furar fila, como jogar papel no chão, fumar unzinho pra relaxar, essas coisas, quando alguém vê, não vai chamar as autoridades.
Mas não para a RIAA. Ela é responsável por milhares de processos contra pessoas que baixam música ilegalmente, não importa se são crianças de 9 anos ou vovôs de 90. Isso despertou muita antipatia por parte dos usuários saudosos de programas como o Napster, que foi fechado graças a processo judicais e muito muito muito lobby.
A RIAA virou inimiga número um de quem quer ouvir música (sem pagar, logicamente =D) . Mas, cara, se existe coisa irracional nessa vida é pagar para adquirir cultura e conhecimento. "Toda informação deve ser livre", não é o que diz a ética hacker?
Fiz um trabalhinho bem legalzinho sobre download ilegal e sua relação com a expansão com o mercado de MP3 Players. Conclui que o download ilegal, prejudicial ao mercado fonográfico por não envolver trocas financeiras, é o motro de um novo tipo de mercado que só está começando com produtos como iPod e o Zune. Isso porque novas formas de fazer o usuário pagar por música estão sendo implementadas. Ir à loja comprar um CD é chato.
Legal é procurar por música nova no mercado virtual. Há um sentimento lúdico em relação ao download, parece meio mágico, parece meio revolucionário e transgressor. Um único indivíduo se sente importante, porque a partir de um clique pode fazer um império ir à falência. Mas é meio bobo pensar assim. As grandes corporações já estão de olho em novas formas de ganhar dinheiro em cima dos internautas.
Tem gente que baixa música sem nenhum engajamento. Baixa porque gosta da música. E porque é mais prático e ecônomico do que ir a uma loja. Praticidade tecnológica, afinal de contas a tecnologia ao longo da história não surgia sempre para reduzir custos e facilitar a vida? Mas dessa vez é a das pessoas comuns e não dos grandes empresários. Se eu pudesse, faria entrevistas com essas pessoas, entretanto não havia tempo para isso, então resolvi pegar outro ponto de vista, o das empresas, como a Apple, que vêem nesse problema todo uma nova oportunidade de mercado.
Ainda vai ter jeito de burlar o sistema e pegar as músicas preferidas, por um programa P2P ou um provedor de hospedagem de arquivos (como o rapidshare). Mas os que as gravadoras estão percebendo é que até que o usuário está disposto a desembolsar algum dinheiro para ter as músicas de seu artista predileto; o que faltava era inventar um novo modelo de comprar e vender música. E no fim das contas, isso vai valer pra qualquer coisa que seja "comprável". Até para o amor… Tem gente que compra amor, sabia?
Tomara que essa RIAA e essa IFPI vão parar no meio do limbo. As pessoas atrasadas que comandam essas entidades poderiam pegar seus chinelinhos e ir descansar em suas mansões.
Comunicação. Para haver comunicação é bem simples. É simples como uma receita de bolo. Você precisa de: um emissor, para emitir (oh!) a mensagem, um receptor, para receber (oh!²) a mensagem, a mensagem propriamente dita, um código que deve ser conhecido tanto pelo emissor quanto pelo receptor, e um meio, como a escrita, a fala, a televisão, etc, para fazer a mensagem sair do emissor e chegar ao receptor. Outro elemento importante da comunicação é o contexto, ou referente; toda mensagem faz menção a alguma outra coisa, senão não faz sentido comunicar.
Tudo é como um conto de fadas até que pessoas más, conhecidas como pesquisadores, decidem problematizar a comunicação. Eles estudam, formulam teorias e debatem as maneiras como os seres humanos se comunicam. Então surgem templos para saciar as vontades desses pesquisadores, chamados "faculdades de comunicação". Lá eles inflam seus egos com idéias cada vez mais e mais originais a respeito da comunicação e os servos, chamados de estudantes, precisam ler os seus livros e seguir o seu modo de pensar.
Cada pesquisador faz seus estudos, dá as suas aulas, dirige as suas palestras para fazer valer a sua idéia sobre a comunicação. E mais e mais gente entra nesse ciclo… Eu estou em uma faculdade de comunicação. Tá, mas nem é tão terrível assim! Em todo caso, é legal ler a respeito desse assuntos ou de áreas afins.
Um conceito das áreas da comunicação, da lingüística e principalmente da filosofia é a indecidibilidade. Ele diz que uma sentença é indecidível caso nem ela, nem o seu oposto podem ser comprovados. Jacques Derrida notou que quanto mais indecidível um texto, maior a probabilidade de de descontrui-lo; de o decompor em seus elementos básicos e descobrir afirmações que, por assim dizer, estavam dissimuladas. Quer dizer uma coisa, mas também pode ser outra, meio indecidível…
Indecidibilidade: caso ou compro uma bicicleta? Não, não é bem isso. É quando uma frase o seu oposto não podem ser comprovados… Acho que exemplo pode ser um trecho do artigo sobre Jacques Derrida na Wikipédia: "Em um debate com Karl-Otto Apel, afirmou: A comunicação é impossível. Apel respondeu: Concordo. Derrida não deixou por menos: Então eu me expressei mal."
Esqueci a comparação com a receita de bolo.
Paulo Roberto Parreiras
desapareceu de casa.
Trajava calças cinzas e camisa branca
e tinha dezesseis anos.
Parecia com teu filho, teu irmão,
teu sobrinho, parecia
com o filho do vizinho
mas não era. Era Paulo
Roberto Parreiras
que não passou no vestibular.
Recebeu a notícia quinta-feira à tarde,
ficou triste
e sumiu.
De vergonha? de raiva?
Paulo Roberto estudou
dura duramente
durante os últimos meses.
Deixou de lado os discos,
o cinema,
até a namoradinha ficou dias sem vê-lo.
Nem soube do carnaval.
Se ele fez bem ou mal
não sei: queria
passar no vestibular.
Não passou. Não basta
estudar?
Paulo Roberto Parreiras
a quem nunca vi mais gordo,
onde quer que você esteja
fique certo
de que estamos de seu lado.
Sei que isso é muito pouco
para quem estudou tanto
e não foi classificado (pois não há
excedentes), mas
é o que lhe posso oferecer: minha palavra
de amigo
desconhecido.
Nesta mesma quinta-feira
em Nova York morreu
um menino de treze anos que tomava
entorpecentes.
Em S. Paulo, outro garoto
foi preso roubando um carro.
E há muitos outros que somem
ou surgem como cometas ardendo em sangue,
nestas noites,
nestas tardes,
nestes dias amargos.
Não sei onde você foi
nem sei o que pretende fazer
nem posso dizer que volte
para casa,
estude (mais?) e tente outra vez.
Não tenho nenhum poder,
nada posso dizer-lhe
é que a gente não foge
da vida,
é que não adianta fugir.
Nem adianta endoidar.
Tudo o que posso dizer-lhe
é que você tem direito de estudar.
É justa a sua revolta:
seu outro vestibular.
Ferreira Gullar
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Now playing: oasis - stop crying your heart out
via FoxyTunes
Em alguns casos, o patronímico é derivado do nome do meio do pai da pessoa. Por exemplo, se Stefán é filho de Hjálmar Örn Vilhjálmsson, seu nome pode ser tanto Stefán Hjálmarsson (Stefán filho de Hjálmar) como Stefán Örnarson (Stefán filho de Örn).
Em alguns casos, quando pessoas do mesmo círculo social têm o mesmo primeiro nome e o mesmo patronímico, elas são distinguidas pelo nome de seu avô paterno. Por exemplo, Jón filho de Thór Bjarnarson e Jón filho de Thór Thorgeirsson serão ambos Jón Thórsson. Para distingui-los, um é chamado de Jón Thórsson Bjarnarson (Jón filho de Thór filho de Bjarni) e Jón Thórsson Thorgeirsson (Jón filho de Thór filho de Thorgeirsson). Esse método não é comum, mas é fácil de se encontrar nas Sagas antigas.
Matronímico
A grande maioria das pessoas na Islândia tem como último nome o patronímico, mas em alguns casos, usa-se o nome da mãe, o matronímico. Isso acontece quando os tutores legais da criança querem acabar com as ligações sociais com o pai da mesma. Algumas feministas o fazem como estatuto social e outros o fazem simplesmente por motivos estéticos. Assim, uma pessoa chamada Jón que tem o pai chamado Stefán e a mãe chamada Bryndís poderá ser Jón Stefánsson (usando o patronímico) ou Jón Bryndísarson (usando o matronímico).
Vejam só:
- Björk Gudmundsdóttir
- (Jónsi)Jón þór birgisson (Sigur Rós)
- (Kjarri)kjartan sveinsson (Sigur Rós)
- Kristín Valtýsdóttir (Múm)"
Se você tem problemas na sua obra, pode chamá-lo.
Foto: Dulce Pizon — Fonte.
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Now playing: Coldplay - Trouble
via FoxyTunes
Esses publicitários pegam pesado mesmo! Um comercial de calça sintética. Década de 60 provavelmente; uma reação ao fato de mulheres queimarem sutiãs em praça pública ou usar pílula anti-concepcional.
ViaVintage ads.
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Now playing: Bonde Do Role - Funk da Esfiha
via FoxyTunes

